Passo a passo da primeira reserva de emergência
Quanto guardar, onde aplicar e como proteger sua família de imprevistos sem perder rendimento.

A reserva de emergência é o dinheiro guardado para imprevistos: perda de emprego, problema de saúde, conserto do carro. Ela é a base de qualquer planejamento financeiro e deve vir antes de investimentos com mais risco.
1. Descubra quanto você gasta por mês
Some os gastos essenciais: moradia, alimentação, transporte, contas, saúde e escola. Esse número é a sua referência.
2. Defina o tamanho da reserva
Uma referência comum é guardar de 3 a 6 meses desses gastos para quem tem salário fixo. Autônomos e empreendedores, que têm renda mais instável, costumam mirar em 6 a 12 meses.
3. Escolha onde guardar
A reserva precisa de três características: segurança, liquidez (resgate rápido) e rendimento que acompanhe pelo menos os juros básicos.
- Tesouro Selic: título público, com resgate em até um dia útil.
- CDB com liquidez diária: procure os que pagam pelo menos 100% do CDI, de bancos sólidos e cobertos pelo FGC.
- Evite: ações, fundos com prazo longo de resgate e qualquer aplicação que possa render negativo no curto prazo.
4. Automatize os depósitos
Programe uma transferência mensal logo depois de receber o salário, mesmo que o valor seja pequeno. A constância importa mais do que o valor inicial.
5. Use só para emergências e reponha
Viagem ou compra planejada não são emergências: para isso, crie objetivos separados. Se precisar usar a reserva, retome os depósitos até recompor o valor.
Leia também
Exclusivo: por que grandes empresários e investidores estão blindando o patrimônio e buscando renda em dólar
Day Trade hoje (09): Ibovespa volta a subir; veja os próximos alvos
Após crescer seis vezes, gigante das feiras de negócios parte para M&As